Ao reeditar o artigo sobre a famosa tela que originou a
expressão "impressionismo", recebi de uma amiga um
comentário importante que nos permite entender o
"clima" impressionista, agora em outra atividade artística.
Pela excelência do assunto resolvi utilizar o texto, fazendo
assim uma ótima panorâmica desse movimento
artístico. Nossos agradecimentos à Elizabeth
Wasserman, amiga e pianista, por sua
colaboração que gerou o texto abaixo.
As artes estão
sempre interligadas: a pintura, a música, a literatura, o
teatro ou qualquer outra forma de
expressão.
Movimentos artísticos nascem pela comunhão de idéias (ou ideais). Com o impressionismo não foi diferente. Na Europa, durante a segunda metade do século XIX, questões da ciência e da tecnologia (utilização da fotografia e estudos sobre a luz, por exemplo) influenciaram pintores que romperam com o que seria convencional em termos de linguagem pictórica do Renascimento ou dos acadêmicos. A pintura deixa seu patamar técnico em segundo plano para implementar sua característica ótica, impressionando a retina.
Mas, tal movimento, também teve um papel muito importante na música.
A música impressionista nasceu pelo trabalho do francês Claude Debussy, que rompeu com os tratados de harmonia e composição existentes, fazendo uma grande revolução.
Debussy, abriu novos caminhos para experiências. Segundo alguns estudiosos, "os acordes isolados" (livres da rigidez harmônica tradicional), lembravam as pinceladas expontâneas dos pintores impressionistas.
As artes, em geral, seguem as mesmas tendências. De tal modo que ao estudarmos músicas de épocas anteriores como barrocas ou clássicas e analisarmos pinturas destas mesmas épocas, poderemos identificar as tendências e características de cada um desses movimentos.
Movimentos artísticos nascem pela comunhão de idéias (ou ideais). Com o impressionismo não foi diferente. Na Europa, durante a segunda metade do século XIX, questões da ciência e da tecnologia (utilização da fotografia e estudos sobre a luz, por exemplo) influenciaram pintores que romperam com o que seria convencional em termos de linguagem pictórica do Renascimento ou dos acadêmicos. A pintura deixa seu patamar técnico em segundo plano para implementar sua característica ótica, impressionando a retina.
Mas, tal movimento, também teve um papel muito importante na música.
A música impressionista nasceu pelo trabalho do francês Claude Debussy, que rompeu com os tratados de harmonia e composição existentes, fazendo uma grande revolução.
Debussy, abriu novos caminhos para experiências. Segundo alguns estudiosos, "os acordes isolados" (livres da rigidez harmônica tradicional), lembravam as pinceladas expontâneas dos pintores impressionistas.
As artes, em geral, seguem as mesmas tendências. De tal modo que ao estudarmos músicas de épocas anteriores como barrocas ou clássicas e analisarmos pinturas destas mesmas épocas, poderemos identificar as tendências e características de cada um desses movimentos.
....
Prélude
à l'après-midi d'un Faune (Prelúdio
à Tarde de um Fauno) foi composto por Claude Debussy,
baseado em um poema de Stéphane Mallarmé. Sua
estréia se deu em Paris na Société
Nationale de Musique, no dia 22 de dezembro de 1894 sob a
direção de Gustave Doret. Alguns críticos
consideram sua apresentação como marco inicial da
música moderna. É uma obra considerada um dos
expoentes da música impressionista.
Créditos
do video: ConjuntXXI! executando "Prelúdio
à Tarde de um Fauno" (Debussy) em St. Cugat
(Barcelona). Arr. Schonberg/cjxxi!
Marta Carretón,
maestrina
Laura
Pouflauta,
Enric Tudela
oboè, Joana
Altadillclarinete, Oleguer
Bertran trompa, María
Lorenzo piano, Aitziber
Olabarri percussão, Laura Gaya
violino I, Estela Benita
violino II, Maria
Amorós viola, Cèlia
Torres cello, Blanca
Giménez contrabaixo.

Comentários