Cabeça  (*** Portfolium ***) escrito em domingo 12 agosto 2007 00:00

expressao, figura, figurativo, oleo, pintura, poesia

Cabeça
óleo sobre palelão - 20 x 25
Grande Paleta de Bonze - 2007

Yeda Arouche

 

© Todos os direitos reservados
AICOA certificado de autoria

 

***

"Os olhos fixos

O pensamento em você

Saudades de seu amor"

Poetrix de LeandroCesar para a tela

Blog do LeandroPoetaCesar://meusescritoseafins.arteblog.com.br

©2007

***

A cabeça no papelão inerte
o papelão na cabeça desconcerta
a pincelada fluida pensa a cabeça
em sonho de cores pastéis

De Paulo de Tarso -  2007

***

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Todos os comentários desse artigo:
Cabeça

  • mailtoRAQUEL GOMES

    Qua 23 Abr 2008 19:53

    OLA...SENSACIONAL, ACHEI TUDO QUE PRECISAVA...PARABENS!!!! O SITE É OTIMO.VOU RECOMENDÁ-LO PAR AOS MEUS ALUNOS,,,,,BJUS

  • mailtoPaulo de Tarso

    Ter 17 Abr 2007 00:52

    A cabeça no papelão inerte
    o papelão na cabeça desconcerta
    a pincelada fluida pensa a cabeça
    em sonho de cores pasteis

  • Paula Santos

    Sáb 14 Abr 2007 23:22

    Expressivo demais! Parabéns!

  • mailto NeSsa

    Sáb 24 Fev 2007 19:46

    Muitoo intensas essas pinturas é vc as quem faz não éh?
    =***

  • mailtoLeandro

    Seg 05 Fev 2007 14:50

    Beijos no coração e parabéns pela obra, amiga!

  • mailtoLeandroCesar (Cesare)

    Sáb 03 Fev 2007 00:14

    Contemplativa cabeça, Yeda. Faz pensar... Bjs.

  • mailto Yeda Arouche

    Qui 01 Fev 2007 04:03

    Eliana, apareça sempre e traga sua irmã! Obrigada

  • mailto Yeda Arouche

    Qui 01 Fev 2007 04:01

    Fernanda, quem sabe... quem sabe? Obrigada por sua sensibilidade.

  • mailto Fernanda Queiroz

    Qui 01 Fev 2007 03:57

    Esta imagem me passa uma lembrança poética muito querida do eterno Carlos Drummond de Andrade.
    Lindo trabalho,lindas lembranças, será que você pintou o José?

    José
    E agora, José?
    A festa acabou,
    a luz apagou,
    o povo sumiu,
    a noite esfriou,
    e agora, José?
    e agora, você?
    você que é sem nome,
    que zomba dos outros,
    você que faz versos,
    que ama, protesta?
    e agora, José?

    Está sem mulher,
    está sem discurso,
    está sem carinho,
    já não pode beber,
    já não pode fumar,
    cuspir já não pode,
    a noite esfriou,
    o dia não veio,
    o bonde não veio,
    o riso não veio,
    não veio a utopia
    e tudo acabou
    e tudo fugiu
    e tudo mofou,
    e agora, José?

    E agora, José?
    Sua doce palavra,
    seu instante de febre,
    sua gula e jejum,
    sua biblioteca,
    sua lavra de ouro,
    seu terno de vidro,
    sua incoerência,
    seu ódio – e agora?

    Com a chave na mão
    quer abrir a porta,
    não existe porta;
    quer morrer no mar,
    mas o mar secou;
    quer ir para Minas,
    Minas não há mais.
    José, e agora?

    Se você gritasse,
    se você gemesse,
    se você tocasse
    a valsa vienense,
    se você dormisse,
    se você cansasse,
    se você morresse...
    Mas você não morre,
    você é duro, José!

    Sozinho no escuro
    qual bicho-do-mato,
    sem teogonia,
    sem parede nua
    para se encostar,
    sem cavalo preto
    que fuja a galope,
    você marcha, José!
    José, para onde?

    Fernanda Queiroz

  • mailtoeliana ferret

    Qui 01 Fev 2007 00:18

    Adorei!!! parabéns! Bjs